sábado, 17 de outubro de 2009

Planning new projects

Hey you,

Long time past and now I'm come back to write again.

A brief, I have been living in Dublin, Ireland since March of this year. Firstly I came to here to study this fucking English (I hate study languages. In class of languages the students looks like a children or a idiot, and more, it is so bored. However this is very important when you want travel around the world).

So, after learn this fucking English, I'm going to travel here in Europe. However I came up a conclusion, I won't visit the most famous cities in Europe, like the most people that living here. Sometimes fly to another country and come back. I prefer travel and travel and see beautiful paisages and not just oldest cities.

Well, soon as possible I post the plan. Maybe travel by motorcicle or by bus and trem.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Custo de transporte

Custo de hospedagem

terça-feira, 1 de abril de 2008

Fim de viajem

Era pra ter chegado em Puerto Iguazu as 9:30 mais com os atrasos, acabei chegando ás 11:30 no terminal. Dali peguei um coletivo, 3 pesos que levava até o terminal de Foz do Iguaçu já no Brasil.

Antes de ir para o terminal de Foz do Iguaçu, parei no centro de Foz do Iguaçu para trocar as migalhas de pesos e dólares restantes por reais.

Meus Deus, o que é o Brasil frente a nossos hermanos com relação a beleza das mulheres. Chega a ser um choque. As mulheres argentinas até são bonitas, mas como eu já disse em outro post, são todas muito parecidas, o tipo físico não muda, parece que foram feitas na mesma forma. Já no Brasil ..., que diversidade maravilhosa, cada mulher parece ser única. Loiras, morenas, mulatas, negras, mestiças, altas, baixas, magras, cavalas, etc, tem pra tudo quanto é gosto.

Bueno continuando, voltei para o terminal onde não encontrei nenhuma outra argentina carente hueuheuhe  e comprei minha ultima passagem dessa viagem, R$ 141,14 pela Gontijo novamente, sem direito a nada, nem um cafezinho aguado ou mesmo um copo de água suja. É foda, transporte terrestre no Brasil é uma vergonha.

No ônibus que partia às 16h só tinha sacoleiro cheio de muamba barata do paraguas. No caminho, já em São Paulo, o ônibus foi parado pela policia rodoviária. Dessa vez eu tava tranqüilo, estava limpo sem ilícitos in natura :P. Aí é aquela velha historia, 3 horas da madrugada ônibus parado por uma hora com os puliça revirando tudo e fazendo um interrogatório com os passageiros. Ainda bem que o ônibus não estava cheio e também não teve nenhum problema com nenhum passageiro, senão seriam mais horas parado.

Cheguei em Uberaba, cidade boa às 12h e fim de mais uma aventura não tão boa quanto eu imaginava, mais está valendo, deu pra aproveitar bem.

Nos próximos posts coloco as estatísticas da viajem.

Fim. Até a próxima ...

segunda-feira, 31 de março de 2008

Voltando pra casa

Dormi até mais tarde pra descansar, arrumei minha mochila, tomei um banho, almocei e fui embora para o terminal. Isso já era quase 13h.

Comprei minha passagem para Puerto Iguazu, que sairia às 15h, era a mais próxima para ir embora. O custo da passagem foi de 175 pesos pela empresa Tigre Iguazú, com cena e café da manha.

A viagem era longa 18h mais ou menos, muitas paradas e pra piorar em dois trechos estava havendo protestos onde a rodovia estava fechada. Aí, foi mais duas horas de atraso.
Argentinho gosta de um protesto, por um lado estão certos, eles brigam unidos pelo que acham certo. Não vou entrar em detalhes filosóficos porque esse não é o objetivo desse blog.

Continua ...

domingo, 30 de março de 2008

Novamente em Buenos Aires


Cheguei em Buenos Aires novamente as 12h procurei saber quais os horários de ônibus para Puerto Iguazu ou Foz do Iguaçu e depois peguei o metro e fui novamente para o centro, para me hospedar no mesmo hostel Sol, que havia ficado na primeira passagem por Buenos Aires.

Fiz um almoço rápido, tomei um bom banho e saí pra rua. Fui ao centro de Buenos Aires novamente. Como eu estava sem grana sobrando, nem fiz nada, só fiquei olhando as coisas mesmo e logo voltei para o hostel.

Continua ...

sábado, 29 de março de 2008

Volvendo a Buenos Aires

Bueno, já era hora de partir. Infelizmente meu problema de grana e tempo me fez encurtar a viagem pela metade, ou seja, não vou ao chile. Vou voltar para Buenos Aires e despues volver a Brasil.

Arrumei minhas coisas, fiz o check out no hostel e fui ao terminal comprar minha passagem. O ônibus sairia às 13:50 direto para Buenos Aires gastando 22 horas de viagem, a mais longa até agora. Custo da passagem 150 pesos, pela empresa El Valle, com café, cena e café da manha.

Voltei para o hostel para almoçar e pegar a mochila e correr para o terminal para ir embora.
O cenário da viagem diga se de passagem, é muito bonito, passando por vários vales com lagos e montanhas. No geral, viagem bem tranqüilo como sempre.

Continua ...

sexta-feira, 28 de março de 2008

Ciclismo em Bariloche

Bueno, sem nenhum floquinho de neve em Bariloche pra poder ver, o jeito foi procurar algo alternativo. Aluguei uma bicicleta no hostel e fui conhecer a cidade e seus arredores. Tem bastante paisagem bonita, os lagos cercados pelas montanhas, os bosques e trilhas, bem interessante.

Voltei quase no fim da tarde para o hostel, já quebrado de cansado, mais valeu a pena.

A noite saí e fui conhecer o centro da cidade, onde mesmo fora de época de esqui estava cheia de turistas.

Continua ...

quinta-feira, 27 de março de 2008

Chegada em Bariloche

Cheguei em Bariloche às 12:30 já fui logo ver passagem pra Valparaiso no Chile ou Buenos Aires. Depois pegar mapas e informações turísticas na cidade.
Bueno, não escolhi uma boa temporada, pois não há nada de neve, nem um gelinho pra colocar um refrigerante hueuheuheehu. Mas, deixe estar, tem mais coisas pra se ver.
Fui procurar um hostel pra ficar, achei um, Tango Inn próximo ao terminal, um pouco longe do centro, mais muito bom e barato, 35 pesos.

Hoje queria descansar um pouco, comer bem, dormir cedo, tomar um bom banho.
O Hostel é bem legal, tem mesa de sinuca, toto, play statin 2 entre outras coisas mais.
No meu quarto 2 ingleses e um japonês, mas mal ficam no quarto, não tive oportunidade de conversar muito.
Mais tarde dei uma saída, pra conhecer a vizinhança e na volta jantar. Ai teve até uma dupla de cantores no jantar, cantando músicas regionais. Até legal.

Os donos do hostel ainda aprontaram uma “pegadinha do malandro” pra um dos músicos que estava fazendo aniversário e todo mundo caiu uhauhauhauh.

Continua ...

quarta-feira, 26 de março de 2008

Subindo montanha

Cheguei na cidade de Comodoro Rivadavia às 5:30. No terminal fui procurar saber sobre passagem pra Bariloche. Só tinha a partir das 22 horas, ou seja, teria que passar o dia na cidade. Aí, fazer o que, comprei a passagem, 104 pesos, ainda bem que no cartão, pela empresa Tramat.

Logo que abriu a oficina de turismo eu fui pegar informações pra saber se tinha alguma coisa de interessante pra fazer na cidade, já que teria que passar o dia todo nela. Peguei um mapa e a mulher me disse que tinha alguns museus. Mais pqp, museu!! Tá né, vamo lá, de graça mesmo. Mais só abriam depois das 9 horas.

Sai andando pelo orla marítima, que é só um muro de contenção, não há praias, quando tem algo parecido é de pedra, cascalho e não de areia.
A cidade como não é turística, é meio parada, ai fiquei andando na cidade pra passar o tempo, isso tudo com a mochila nas costas +/- 13kg. Quando deu umas 10h eu fui aos museus, como a cidade pra variar também é pequena, tudo é perto. Nos museus não gastei muito tempo, não tinha muita coisa interessante. Um que na verdade era uma galeria, não tinha nada, outro, o museu ferocaril tinha pouca coisa e o ultimo um pouco mais interessante, tinha fósseis de animais, artigos de civilizações antigas, mais era pequeno.

Sai já morrendo de fome e procurando um lugar pra comer. Depois tive a brilhante idéia de subir um cerro, as voltas da cidade. Pra ter uma idéia, entre o mar e o cerro, são apenas 5 quadras. Voltei ao terminal pra saber se dava pra subir. A mulher me disse que tinha duas formas, pela estrada, mais longo e pela encosta, mais perto só que muito mais difícil. Adivinha qual eu escolhi?

Esperei dar umas 2 horas e fui com a mochila nas costas subir o cerro. Subi até certo ponto, mais logo vi que não ia dar, o cerro era uma montanha de sedimento, ou seja, como se fosse uma montanha de argila seca. Era como subir uma duna de areia um pouco mais sólida, porem bem íngreme, uns 80 graus de ângulo. Se estivesse sem mochila dava pra arriscar subir, mais com a mochila é foda.

Resolvi contornar o cerro pela estrada mesmo. Ainda bem que como é uma cidade litorânea, apesar do vento não havia poeira nenhuma, pois o ar é muito úmido. O cenário parecia montanhas lunares, ou pelo menos imagino uhehueuheuhe.
Cheguei no topo até rápido, onde dava pra cortar caminho eu ia. Lá de cima dava pra ver toda a cidade e o porto. Não era lá grandes coisas, mais vencer o desafio de chegar no topo vale a pena. Agora era hora de voltar, que é a pior parte, descer. Todo mundo diz “pra baixo todo santo ajuda”, mais é foda, porque todo o peso vai para os joelhos, se não tomar cuidado já era los rodillos.

Cheguei no terminal ainda cedo, não gastei 3 horas pra subir e descer. Ai fui tentar terminar de ler um livro. Está quase.

Continua ...

terça-feira, 25 de março de 2008

Dia perdido

Levantei tarde, aproveitei pra dormir um pouco mais, tomei meu café, arrumei a mochila, dei uma atualizado no diário e fui pro terminal, pra voltar à Rio Gallegos no ônibus que saia às 12 horas. Segue viagem 4:30 minutos até lá.
Chegando fui logo ver passagem pra Bariloche. Só tinha às 20 horas, para Comodoro Rivadavia, por 110 pesos, era essa mesmo. Fiquei no terminal mesmo esperando. Em Comodoro chegaria às 5:30 mais foi até bom, teve uma janta a bordo, muito boa. O resto foi dormindo mesmo.

Ou seja, dia perdido 

Continua ...

segunda-feira, 24 de março de 2008

El Calafate, Glaciar Perito Moreno


Cheguei em El Calafate à 1 da madrugada como previsto. Peguei alguns mapas, uns folhetos no terminal e sai procurando um hostel perto, mais nada. Pior que eu estava só com 90 pesos e pra piorar mais, segunda na argentina era feriado novamente kkkkkk, tudo pode piorar, sempre huehueuheuheuhe.

Mais como eu sempre olho pelo lado positivo, está valendo a aventura, da mais emoção hueuheuheuhe. Foda que do jeito que estava, não tinha o que fazer na cidade, tudo seria com dinheiro e eu não tinha mais. Pensei em ir embora direto pra Bariloche. Isso porque vi que aceitava cartão pra comprar a passagem. Mais estava fechado todas as agências de viagem. Isso já eram umas 3 horas ou mais. Aí como ia embora cedo resolvi ficar no terminal mesmo.

Mas pela manha quando as agências abriram fiquei sabendo que só tinha passagem para as 20h e uma as 4 da madrugada, só que tudo lotado até dia 27, pqp, eu disse que podia piorar.
Aí fui no centro achei um caixa eletrônico e fiquei tentando tudo quanto era possibilidade, ai consegui sacar um pouco mais de dinheiro no cartão de crédito. Aí que é foda, porque é empréstimo e caro, 4% de taxa de saque, mais 9.9% de juros ao dia.

Voltei ao terminal e comprei a passagem mais próxima pra sair da cidade, que seria na terça às 12h voltando pra Rio Gallegos. E como ia ter que ficar na cidade e já tinha dado uma aliviada na falta de grana, resolvi comprar um pacote pra ver o Glaciar Perito Moreno, 60 pesos de ida e volta, mais 40 pesos de entrada no parque. Iria sair às 15 horas, ou seja, dava tempo de caminhar até um lago, tirar umas fotos e almoçar.

Cheguei ao parque pouco mais de uma hora depois. A visão é espetacular, o negócio é gigantesco e o engraçado é que estava um sol, mais mesmo assim a geleira enorme não derrete. De um lado um bosque, montanhas, sol, do outro gelo e mais montanhas de gelo de mais de 40 metros de altura acima do lago. Fora o tempo no topo das montanhas atrás, todo nublado e cinzento. Parecia que havia uma barreira entre dois mundos.

O mais louco são os barulhos, a todo momento se ouve estalos fortes e em seguida outro estrondo enorme e minutos depois outro estrondo. É o gelo se partindo, depois caindo no lago e em seguida submergindo. Parece uma explosão de dinamite, impressionante.
No parque foram feitas passarelas rente ao cerro que da pra chegar bem perto do Glaciar e ver o quanto é gigante. Vale a pena ver, no caso valeu ter ficado na cidade.

Na volta procurei um hostel, porque não estava afim de passar mais uma noite no terminal. Achei um chamado El Calafate, bem arrumado, 35 pesos, nem procurei mais, era esse mesmo.

Continua ...

domingo, 23 de março de 2008

Viajando pra El Calafate

Levantei já meio atrasado, tinha que estar no ponto do ônibus antes das 6 horas. Ainda bem que era bem perto do hostel. Como a cidade é pequena, tudo é perto, mais nesse caso era mais ainda, só 2 quadras ladeira abaixo, qualquer coisa era só tropeçar que chegava rapidinho.

Tinha que ir pra Rio Gallegos novamente, pra depois ir pra El Calafate, pegando outro ônibus. Aó é aquela, viajem dormindo, acordando ... novamente fronteira de Chile e Argentina, mais tramites e segue viagem lenta, pois a estrada é de terra. Infelizmente não tive sorte de pegar uma boa companhia pra ir batendo um papo ou qualquer outra coisa. Mas as vezes melhor só do que mal acompanhado como no começo da vinda pra Ushuaia.

Cheguei em Rio Gallegos às 16 horas, já com a passagem pra El Calafate comprada para as 18:30. E quem eu encontro no terminal, Jéssica, a americana, estava esperando pra embarcar pra cidade onde ela vive, que não me lembro mais.

Depois que ela embarcou, eu sai na cidade em pleno domingo pra tentar novamente ver se conseguia comprar dinheiro com cartão em alguma casa de câmbio, mais estava tudo fechado. Ainda bem que deu tempo de voltar a tempo pro terminal.

Peguei o ônibus pra El Calafate que chegaria à 1 hora da madrugada, fui dormindo até lá.
Ultimamente eu ando bom pra dormir, é só escorar em um banco que estou apagando. O mais massa é que não durmo profundamente, mais apago em um segundo literalmente. É fechar o olho e estou sonhando já. Tem hora que é tão real que me assusto, só que tudo sem nexo. No ônibus tem hora que sonho que estou dirigindo, mais estou sem controle, porque o ônibus faz os movimentos de curva e eu dormindo não controlo, ai acordo assustado e vejo a estrada pelo vidro, e tomo o maior susto huhauhauhauhauh.

O mais massa é sonhar que ta sonhando que está sonhando, ai vai acordando em cascata huauhauhauhauha. Acontece muito isso pela manha todos os dias quando tenho que acordar pra trabalhar. As vezes o despertador toca, eu levanto tomo banho, café, pego o carro, vou para o trabalho e de repente... acordo e tenho que fazer tudo novamente.

Continua ... mais dramático ainda hueuheuheuhe

sábado, 22 de março de 2008

Ainda em Ushuaia


Acordei com o casal de australianos indo embora. Eu também estava disposto a ir embora, mas tinha que comprar passagem ainda, nos outros dias não tinha conseguido nem mesmo saber há que horas tinha ônibus nem preços.

Saí pra saber sobre isso e se possível ir embora no mesmo dia. Em vão, só há uma empresa de ônibus pra sair da cidade e só sai as 6:00 da manhã, ou seja, só no próximo dia, domingo pra poder ir embora. Já comprei pra garantir, mas também em efetivo, não aceitava cartão, mais fazer o que, “pra quem está cagado, o que é um peido?”. Havia pensado em ir de avião, mais pqp, muito caro e também só no dia seguinte. Ainda bem que a casa de câmbio estava aberta, senão estava fudido de vez.

No hostel mais tarde chegou um casal de Israel que ficou no mesmo quarto que eu, pra variar só inglês uheuheuhe. Eu a essa altura já não estava falando nem espanhol mais, começava a falar em inglês, passava pra espanhol, português, uma bagunça. Isso foi o dia todo assim.

Uma curiosidade, andando por Buenos Aires, Mar del Plata e Ushuaia, fora nas viagens, vi muitas argentinas obvio huehuehue, mas quase todas tem um tipo de adolescente, baixinhas, magrinhas, quadril largo, rosto fino, sempre de calçado baixo, com carinha de criança e sempre usando o mesmo modelo de roupa huehueuhe. Mas são bonitas, só que nunca da pra saber mais ou menos a idade das chicas.

Outra coisa, na argentina as cidades tem cheiro de gás, devido aos sistemas de calefação, daí, tudo fica cheirando a gás, até a gente mesmo, roupas ...

Continua ... o drama mais ainda

sexta-feira, 21 de março de 2008

Navegando no Canal Beagle


Acabei acordando cedo, umas 6 horas da manhã, com o californiano e o inglês indo embora e fazendo o maior barulho. Tomei meu café e fui para o porto onde tem algumas agências de turismo que navegam pelo Canal Beagle. Procurei alguma que aceitasse cartão de crédito, mais em vão. Mais mesmo assim sai numa embarcação. Deu pra ver mais pássaros e leões marinhos. Nessa época é mais difícil ver golfinhos e pinguins, baleias então... só na Antártida mesmo e olhe lá.

No barco estavam um casal de argentinos, um outro jornalista argentino e um inglês. Fora o guia, que parecia o Marcos Mion, gente boa o cara, cheio de fazer piadinhas.
Descemos em uma ilha no meio do Canal Beagle, onde, de um lado chegam as águas do Pacífico e do outro as águas do Atlântico.

Fizemos uma caminhada de uma hora escalando a linha, descendo e subindo. Dela podia se ter uma vista panorâmica da cidade de Ushuaia e das montanhas nevadas ao fundo. O dia estava nublado, mais a visão era incrível. Essa ilha também é um sitio arqueológico, onde civilizações antigas se abrigavam.

Voltamos era 1:30 mais ou menos. Voltei para o hostel para almoçar e sair novamente pra ver se conseguia novamente acertar minha vida financeira que já estava crítica. Tentei entrar em contato com meu banco por email, telefone, internet, mais nada. Daqui não dá pra fazer ligações pra 0800 nem mesmo fazer ligações interurbanas a cobrar. E como sexta no Brasil também e feriado, me fudeu mais ainda, isso pra não dizer que ainda tinha sábado e domingo.

Pedi ajuda para um amigo pra ligar no banco a partir do Brasil e tentar resolver pra mim, mais também nada. Mais tarde consegui falar com meu pai e ele conseguiu achar a senha do meu cartão de crédito, que eu havia esquecido de pegar. Mais não iria adiantar muito pois o limite de saque é pequeno, foda.

Mais tarde chegaram um casal de australianos pra ficar no mesmo quarto. Um casal já de idade. Hostel dá de tudo huehueuheuh, mais é legal, no Brasil quando se fala albergue, todo mundo tem idéia de que é pra pobre, sem teto e por ai vai. Tudo bem que é bem barato, mais são bem confortáveis, uma ótima opção pra quem não tem frescura e prefere gastar o dinheiro com coisas mais relevantes. Eu não troco a bagunça de um hostel ou albergue como queiram por um hotel fresco.

Enquanto isso vou tentando melhorar meu inglês. Ta difícil viu, o negocio já virou foi bagunça se brincar não to falando nem português mais uhauhauhauh.

Continua o drama ...

quinta-feira, 20 de março de 2008

Parque Nacional Tiera Del Fuego


Sai cedo para pegar um ônibus que ia até o Parque Nacional Tiera Del Fuego, 35 pesos só pra ida e volta, mais 30 pesos pra entrar no parque. Do centro da cidade, ou melhor do porto que é de onde partem os ônibus, até o parque, é mais ou menos uns 40 minutos.

Na entrada do parque recebi um mapa e tchau, o negocio era caminhar sozinho no meio de um bosque as margens do Lago Fagnano, rodeado de montanhas da Pré Cordilheira dos Andes.

Bom, o cenário era simplesmente muito bonito, isso era umas 10h da manhã. Junto comigo devia ter umas 10 pessoas, mais eu não gosto de caminhar em grupo, porque o pessoal anda lento, faz muito barulho e atrapalha as fotos.
Eu não gosto nem um pouco de tirar fotos com pessoas, nem eu mesmo, tiro minhas pra mostrar que estive nos lugares. Fotos só da natureza é outra coisa, a harmonia de cores é fantástica e quando entra uma pessoa no meio, ou algo construído pelo homem, é só pra estragar a harmonia.

No meio do bosque, o cenário me lembrou o filme “A bruxa de Blair”, adivinha se eu não dei um jeito de montar um bonequinho de gravetos e tirar umas fotos uhauhauhauh, tentei até fazer um filminho da clássica cena do close na mulher perdida no mato huauhauh, ficou uma bosta, não levo jeito pra ator, menos ainda pra diretor ou câmera-man uhauhauhauh. Mas valeu a intenção.
Caminhei por 7h seguidas e mesmo sob uma garoa fina intermitente, andando a beira de um lago, no meio de um bosque e as vezes com vento frio, tava custando a aguentar minha blusa. O parque é um labirinto de trilhas e estradas, se não ficar atento no mapa é muito fácil se perder. Mas paisagem é sem igual, vale a pena, tirei um monte de foto de pau uheuheuhe, no bom sentido, bosque é cheio de arvores secas e retorcidas, ou seja, arvore sem fola é pau hueuheuheuh. Expliquei demais né... deixa queto que fica menos pior huauhauhauha.

Voltei pra Ushuaia as 16:30, já com a parte de traz dos meus rodillos todo fudido e dolorido (rodillo para os maliciosos, é joelho em espanhol) kkkkkk. Tava morto de fome também, esse negocio de comer bolacha, chocolate, não dá, se não comer algo quente parece que não comeu nada.
Como eu tenho comprado comida pra eu mesmo preparar, é bom que já vou aprendendo pra quando morar sozinho, mas não sei não, mesmo os pratos pré prontos, tipo, coloque água e leve ao fogo, parece complicado e geralmente não sai lá grandes coisas.
Uma coisa curiosa, geralmente esses saquinhos de sopa, risoto e sei lá mais o que pré pronto, vem dizendo “dá pra 4 porções” exemplo, mas mal dá pra um, foda ou então minha fome ta demais, não é possível.

Mais tarde saí, fui procurar outros turs e ver se conseguia resolver meu problema de grana. As agências de turismo até abriram a tarde, mas bancos, nada.

Voltei, jantei e saí pra ver se achava um lugar legal pra me divertir a noite, mas apesar de ser feriado, não tinha nada de interessante, só caminhar pelas ruas e lojas cheias de turistas. A única coisa que tem são bares mas todos do tipo restaurante ou cafeteria.

Continua ...

quarta-feira, 19 de março de 2008

Segundo dia em Ushuaia


Quinta dia 19, acordei cedo, pois todos estavam saindo mesmo. Tomei meu café e fui conhecer a cidade. Dei uma volta pelo porto e em várias ruas.

Uma coisa que me chamou a atenção na cidade são as construções, com muita influência irlandesa. Por supuesto una ciudad muy bonita. Pena que não é época de neve, a cidade está até quente, com sol, se não fosse o vento frio do Pacífico e as chuvas quase constantes. Chuvas que não atrapalha em nada, porque na verdade é só uma garoa fina. Aqui sim é a verdadeira terra da garoa, onde o vento literalmente faz a curva, el culo del mundo, como os próprios habitantes costumam chamar hueuheuhe. Mas é uma cidade bem gostosa, pequena, e cheia de turistas. Bem movimentada. Ushuaia é a capital da província de Tiera Del Fuego.

Bueno como minha situação financeira começa a chegar no seu ponto de atenção, sai em busca de bancos ou casas de câmbio para poder comprar moeda no cartão de crédito.
No entanto, nenhum banco faz esse tipo de venda nem mesmo a única casa de câmbio. Hum, ai fudeu. Pior, como estou viajando a 2 semanas, já estou sem idéia de que dia é da semana e do mês, ai fico sabendo que dia 21 é viernes santo e que na quinta também nada ia funcionar. (Nada do setor financeiro). Ai começa a ficar preocupante. Quatro dias com poucos pesos, tento que pagar agências de passeio e hostel. É torcer pra tudo aceitar cartão, que é difícil Hostel nenhum aceita. Comida é de boa, só gasto no cartão mesmo, agora as agências de turismo não são todas que aceitam.
Como minhas roupas já estavam quase todas sujas, levei pra lavar em uma lavanderia, 20,00 pesos, pqp.

O hostel estava cheio, japoneses, espanhóis, ingleses, americanos, búlgaros, um brasileiro uheuhehu e muitos argentinos. E eita povo que fuma, pqp, tem horas que é insuportável ficar na sala de estar.
Tenho tentado conversar com o pessoal do meu quarto, mas só falam inglês. O búlgaro é tranqüilo de entender, troco mais idéias com ele. O inglês também da pra entender, o cara enfatiza muito e faz muitos gestos huahuauhauh, já o cara da califórnia..., é impossível o cara fala todo enrolado e rápido. Já eu estou numa confusão só, misturando inglês, espanhol e português.

Continua ...

terça-feira, 18 de março de 2008

Cruzando fronteiras

Bueno, acordei cedo, mais do que devia. Mas também, foda, compartilhar quarto tem esses problemas, as vezes tem uns zé manés que roncam pra carai, ai ...
Outro problema, esqueci de voltar a hora do celular e coloquei pra despertar às 7 horas, só que como estava uma hora adiantado, despertou às 6 horas :(
Mas beleza, arrumei minhas coisas e esperei pra tomar o café. Quando já estava saindo a americana desceu pra tomar café. Nessa eu já estava indo para o terminal, como sempre, caminhando.

Quando cheguei lá, quem estava? A chica, ai já fui puxando assunto, como eu tinha visto que tinha rolado um olhar no dia anterior, pensei, quem sabe huauhahuauhauh.

Aah, já ia me esquecendo. Estava muito bom pra ser verdade. Pra começar o argentino já era, isso era bom. Agora o foda, tinha duas bichinhas no terminal, (bichinha o krallo, travéco mesmo, dos mais estranhos huehuehe). Pensei, é só o que falta sentar do meu lado.
Coloquei a mochila no bagageiro e entrei. Logo vi a poltrona que me deram, a primeira novamente e na janela, ou seja, 2 coisas que eu não gosto juntas. Nisso a maioria já tinha entrado, menos a americana e as 2 bichinhas e o acento do meu lado vazio. Aí pensei, ou está bom demais ou está foda demais. E entra gente e gente e só os 3 por último pra piorar a agonia.
De repente sobe as 2 bibas e passaram direto, pensei ufa uheuheuheu, de repente uma delas volta e diz, "a não a poltrona 3 é essa aqui". Adivinha qual era a poltrona 3. PQP. A outra sentou um pouco mais atrás. Aí de tão puto nem vi a americana.

Fiquei pensando, e agora?, como sair daqui? Era fácil, só trocar de lugar com a outra bichinha, mais ia ficar chato, parecendo preconceito. Aí como ia parar na aduana chilena e era só uns 20 minutos, fui ate lá. Quando voltei pro ônibus ofereci pra trocar de lugar. E ai, que maravilha, quem estava do meu lado ... a americana.

Do inferno pro céu. Na verdade ela estava do meu lado mas na outra coluna, tinha o corredor entre a gente. Mas já estava valendo. Fomos batendo o maior papo, pena que em espanhol, ela não queria falar em inglês. Seu nome Jéssica (se brincar deve ter uns h e y ai no meio hueuhehue). 24 anos, da Pensilvânia, mas estava a 8 meses na argentina, conhecendo o país, trabalhando de camarera (=garçonete) em hoteis. Conhecia Minas Gerais, mais precisamente Pirapora. Linda, loira queimada de sol, com uma cor caramelada e olhos azuis.
Numa das conversas ela me falou do argentino huauhahuahu, que só estava fazendo ele de bobo mesmo, não com essas palavras, mas nesse sentido uhahuahuahu.
Mas pena que ela não ia para o mesmo destino que eu, Ushuaia, ela ia para Rio Grande, um pouco antes. Mas deu pra conhecer bem, não como eu gostaria hueuhehuehue.

Cheguei em Ushuaia às 17 horas e fui para o hostel Los Lupilus, 40 pesos a noite, bem legal. To dividindo quarto com um cara da califórnia que só fala inglês e muito engraçado o sotaque, um búlgaro, um ingleses e um argentino. Tudo gente boa, mas só falam inglês, eu to me fudendo nessa huahuahuauhahu, estou fazendo a maior confusão com espanhol e inglês.

Detalhe, caralho como o povo anda fumando, pqp, em todos os hostels o povo fuma como louco. Fora o bob e mais o Bob Marley como fundo musical uhahuahuahuau.

Sai pra dar uma volta na cidade. Que cidade bonita! Pequena, entre as montanhas geladas e o canal Beagle, com construções que parece a Inglaterra medieval e cheio de turistas.
Mas estive olhando, como as coisas são baratas aqui, por ser uma zona portuária e zona franca, tudo é muito barato (tudo, roupas, eletrônicos ...), comida, transporte, passeios são caros.

Curiosidade, na Argentina os homens se cumprimentam com beijo no rosto, em alguns lugares, como em Buenos Aires com 2 em outros com 1.

Foda, já tem cara de viado, se vestem como EMO e cumprimenta com beijo no rosto ...

Depois conto mais coisas huahuahuauh

Continua ...

segunda-feira, 17 de março de 2008

Rio Gallegos

Bueno,

Rio Gallegos não estava em meus planos, mas cheguei na cidade eram 10 horas. Os ônibus para Ushuaia saem até as 9 horas, ou seja, fudeu. Tive que ficar na cidade e não tem nada de interessante. É até uma cidade mediana, capital da província. Mas não é turística. Tem até Carrefour, bem ao lado do terminal hueuheueuhe.

Comprei a passagem já pra não ter problema, porque parecia que era bem concorrido. Cambiei alguns dólares para poder comprar a passagem, comer e pagar o hostel.

Consegui um mapa e informações de um hostel próximo e barato. Fui pra lá caminhando pra variar um pouco uhueuheuheuhe, mochileiro não pega táxi, isso e coisa de madame hueuheuheuh. Caralho, como venta nesse lugar, e frio, pqp, da pra ouvir o barulho agudo do vento. Ainda bem que o hostel era perto mesmo.

Hostel Elcira, 30 pesos por noite com café da manhã. Até bem confortável e estava bem cheio.

Sai pra comprar coisas pra comer. Fiz a festa com 15 pesos, de chocolate, bolacha, macarrão daqueles que é só colocar na água quente e pronto. Entre outras coisas. Almocei e ainda sobrou pra janta. Meu preparo não ficou muito bom não, pra não dizer que ficou péssimo. Mas na fome e no frio ...

Esse hostel também tinha mais argentinos que turistas, mas tinha alguns franceses, suíços e uma americana ...

Conheci um argentino, de Salta, e outros de sei lá onde que estavam no meu quarto. Não lembro o nome de nenhum pra falar a verdade. Não lembro de nome de quase ninguém, só das chicas uhehueuheu.

Esse argentino de salta foi engraçado. Estávamos tomando café mais cedo e só falando besteira, ai aparece uma chica, muito bonita, putz ... passou.

Fui tomar meu banho e quando voltei, lá estava o argentino, todo cheio de graça pra cima da menina, uma americana, linda, meu Deus. O cara só babando.
Eu me sentei perto pra ler um livro e fiquei na minha, ai ela de costas pra mim e ele de frente e toda hora que ela não via ele fazia uma graça pra mim, como quem queria dizer, "vou me dar bem".
Bueno o cara fez mo graça pra ela, depois saíram, voltaram e eu no mesmo lugar lendo meu livro, sentaram novamente, dessa vez ela de frente pra mim e ele de costas. kkkkkk ai que começou a graça, eu comecei a olhar pra ela, tipo analisando só, de repente ela corresponde o olhar e o cara se achando ainda huahuahhua. E ficou naquela eu só mirando, mas não me intrometia na conversa deles, nem ouvia o que falavam.
Saíram novamente e voltaram trazendo umas empanadas kkkkkk, ai chega o argentino pra mim. "Ya cenaste?" eu disse que ia fazer uma pasta depois. Ai ele, "Tambien queria hacer una pasta, pero pague 25 pesos en las empanadas". kkkkkkkkk
Mulher é foda, se o cara ficar babando fudeu, faz de gato, sapato. E pior já tinha visto que não ia levar.
Depois fui ver que o negocio estava até bom pro lado dele, porque os dois estavam no mesmo quarto. Mas não sozinhos. No outro dia cedo ia ser uma debandada geral, o hostel ia ficar vazio.

O resto conto no próximo post sobre a americana.

Continua ...

domingo, 16 de março de 2008

A deriva

Bueno, cheguei em Puerto Madryn as 14:20 e pior, nem sabia que havia chegado. Ainda bem que como mudava o fuso horário o ônibus ia ficar parado 1 hora. Na Patagônia a hora é igual a do Brasil.

Sai do ônibus e andando pelo terminal vi uma placa, Bien venidos a Puerto Madryn. Isso depois de um bom tempo uheuheeuheu.

Aí já eram 15 horas, ou melhor 14 horas ainda. Mas tinha que almoçar, procurar lugar pra ficar e ia acabar não dando pra fazer nada. Como não é mais época de baleias, o que eu ia ver aqui eu vejo em Ushuaia. Sendo assim resolvei seguir viagem. Custei a comprar passagem pra Rio Gallegos. Não tem ônibus direto para Ushuaia. Ia sair às 16:30, acabou atrasando e saiu as 18:30. Isso porque eu achei que tinha até perdido, mas ainda bem que não.

Aí foda, me deram a primeira fileira da parte de cima do ônibus, uma merda de desconforto e mais horas e horas de viagem. Fora o tanto que o ônibus para.

Resumo, Puerto Madryn para Rio Gallegos, empresa Los Pigüinos por 152,00 pesos, ainda bem que com cartão, porque efectivo como se diz aqui, não tenho quase nada. Ainda mais depois que comi na lanchonete da rodoviária, que nem é mais caro hueuheuheuh.

E o tempo passando. A gente acostuma a achar que o Brasil e grande, mas a argentina é muito grande. Não esperava perder tanto tempo assim em viagem. Tenho gasto em média 15 horas em cada viagem. Foda.

Continua ...

sábado, 15 de março de 2008

Terceiro dia em Mar del Plata


Olá a todos

Despues de alguns dias sem postar por falta de tempo e internet, depois de fazer minha mãe arrancar os cabelos de preocupação, retorno com mais algumas anotações.

Mas fala sério, eu tenho coisas mais interessantes pra fazer do que ficar postando aqui huehueueeuh.

Bueno, o terceiro dia em Mar del Plata nem era pra ter ocorrido, mas ... fiquei, acordei até cedo, mas no final acabei me enrolando. Sai, fui a praia novamente, fui fazer um pouco de exercício, (bendita idéia, estou todo quebrado uheuheuhe).

Voltei, almocei, una buena sopa com os restos de compra, misturei tudo e não é que ficou bom, ou então era a fome que estava demais hueuheheueu.

Nesse hostel conheci varias pessoas, mais argentinos do que esperava, mas tudo bem, são gente boa. Conoci otras chicas tambien, muito bonitas, duas alemãs, um francês, mas praticar inglês que é bom, nada, só espanhol.

Ou castellano, dizem os argentinos que falam castellano e não espanhol e ficam bravos hueuheuhe. Pra mim a diferença e mínima. Não vou comentar aqui porque posso correr o risco de falar besteira uhahuhuahu.

Prosseguindo, sai como esperado pra comprar dinheiro e comprar roupas para o frio da Patagônia. Só que eu já estou ficando sem referência dos dias da semana, sendo assim me esqueci que era sábado, ai, banco não abre.

Mas fui comprar o que precisava e só tomei, porque andei pra caralho pqp. Até gosto de comprar, mas não tenho saco pra sair procurando, gosto de comprar coisa boa em um lugar só com preço bom. Difícil assim hueuheuheuh. Ainda mais depois que vi os produtos e preços em Buenos Aires, ai fudeu, aqui estava mais caro por coisas "piores", ai eu não dou conta, mas tinha que comprar de qualquer maneira.

Sendo assim me enrolei tanto que não consegui ir ao cassino. Voltei para o hostel para jantar e ir para o terminal e torcer pra conseguir comprar passagem com cartão. Ainda bem que nesse dia eu consegui usar só o cartão, menos mal.

Caralho terminei de jantar e arrumar as coisas e tive que sair correndo pro terminal, levei 40 minutos. Melhor dizendo o ônibus saía às 21:40, foi o horário que cheguei, bufando hueuheuheu, mas deu tudo certo.

E segue viagem hasta Puerto Madryn, pela empresa Don Otto, 162,00 pesos, com janta e café da manhã. e mais 17h de viagem.

Continua...

sexta-feira, 14 de março de 2008

Segundo dia em Mar del Plata


Agora sim fui conhecer la ciudad de Mar del Plata. Uma cidade bem bonita também.

Acordei cedo, organizei minha mochila e liberei o quarto, pois tinha idéia de ir embora ao anoitecer. Tomei um bueno café, fiz alguns planos e mais tarde fui preparar meu almaço.

O hostel está cheio, gente de tudo quando é canto, bem legal, pena que só tenho entendido o espanhol até agora, ainda não consegui usar o inglês quase nada.
Sai do hostel umas 2h da tarde, fui para a praia.

Putz, chegando lá fui caminhando pela areia para encontrar um bom lugar, estava bem cheia. Porem um detalhe, andei por quase toda orla e a única coisa que vi era 99,99% de idosos, é incrível. Descobri que é um balneário para idosos, os poucos jovens que haviam na praia eram de países frio creio eu, pois estavam mais brancos que eu. E olha que seu bem branco uhauhauhauh.
O engraçado é que por donde passava eu atraia os olhares, talvez por ser jovem no meio dos idosos ou talvez por estar com a camisa da única seleção penta campeã do mundo huehuehueuhe.

Bueno, as praias aqui não tem aquela areia fininha e branca como as do Brasil, são meio grossa e escura, sem falar na sujeira. A água é muito gelada, quase não tem onda, apesar de ventar muito. Mas no sol estava bem agradável a temperatura. Achei que não ia queimar, passei pouco protetor e estou um pouco vermelho agora.

Na praia e cheio de cantores de rua se apresentando, grupos folclóricos fantasiados e cheio de cachorros também. Teve um momento que não sei o que houve, começaram a bater palma e de repente a praia toda estava batendo palma, a maioria não tinha nem idéia estava só no embalo huahuahuauha, muito engraçado.

Saquei algunas fotos na praia e como acabei saindo tarde e andando muito na praia pra ver se encontrava um bom lugar, :P acabei me enrolando todo, pois tinha que fazer umas compras de roupas para neve que não consegui comprar em Buenos Aires e de agora não pode passar, para baixo o frio é grande e será mais difícil achar bons lugares e preço. Tinha que ir na rodoviária ver a que horas tinha ônibus para Puerto Madryn. Ai lascou, como eu gosto de fazer tudo caminhando, acabo demorando. Mas é melhor conheço mais a cidade.

No final acabei resolvendo por ficar mais um dia, bom que descanso, como bem, faço as compras com calma, troco dinheiro que já está quase acabando e ainda da tempo de ir ao casino uheuheuheuh.

Continua ...

quinta-feira, 13 de março de 2008

Primeiro dia em Mar Del Plata


Saí às 10h do dia 13/03/2008 de Buenos Aires para Mar del Plata, pela empresa Viação Estrela ao preço de 66,00 pesos. Ônibus muito confortável 2 andares, tv, café, água e até café da manhã para uma viagem de aproximadamente 5h, ou seja, outro nível e olha o preço.

Apesar de estar dia estava um pouco frio, fui dormindo quase toda a viagem pois dormi mal a ultima noite, pra não dizer que não dormi.

Cheguei em Mar del Plata às 15:15 e sai andando para achar o Hostel Casa Grande na Calle Jujuy. Andei bastante para encontrar, mas foi tranqüilo. Bom que já conheci um pouco da cidade que parece ser bem bonita também. Só que não é como as cidades praianas do Brasil que é um calor infernal. É um calor ameno e venta muito, ai quando se está na sombra é um gelo.

Fiz o check in no hostel, ao preço de 29 pesos, bem bacana também e cheio de turistas loucos. Hostel também muito bem localizado, próximo da praia cheio de comércio em volta, pubs, mercadinhos, pizzarias, cabinas de teléfono, lavanderia, farmácia ...

Curiosidade, o quarto que fiquei se chama Tucuman. Kkkkk

Saí para conhecer mais a cidade e a praia. Apesar de já ser 18h da tarde, aqui o sol se vai mais tarde. Fui até a praia, tirei algumas fotos, comprei alguma coisa para jantar e fui tomar banho. Jantei e não consegui fazer mais nada, estava pregado, cai na cama para descansar um pouco e do jeito que deitei acordei só as 5:30 da manhã.

Continua ...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Segundo dia em Buenos Aires


Acordamos meio atrasados, pois tínhamos que fazer check out no hostel às 10h. Alias, hostel bem agradável, cheio de malucos mas agradável. Conheci um casal de brasileiros que estava chegando mas mal conversei e não os vi mais.

Tomamos banho e café, deixamos as mochilas no hostel e saímos pra rua umas 10h. Percorremos a Av. 9 de Julho, saquei algunas fotos. O centro de Buenos Aires é muito bonito, limpo e muito movimentado.

A arquitetura é sem comentário, casarões e prédios antigos, arquitetura espanhola. Todos muito bem conservados. Ao contrario do Brasil, aqui se preserva esses prédios. São raros os prédios novos. O único problema são os outdoors pra tudo quanto é lado, nas fachadas dos prédios, topo, todos disputando lugar, tamanho e cores.

A Av. 9 de julho é enorme uma das mais largas do mundo se não a mais. Muito movimentada e pelo que vi, palco das principais manifestações. No mesmo dia vi 3 panelaços diferentes e pelo que fiquei sabendo tem vários todos os dias.

Como toda cidade espanhola, tem varias praças sempre muito bonitas e bem cuidadas e sempre com estátuas ou algo marcante.

Conhecemos vários pontos, Praça do Congresso, Obelisco, Casa Rosada, entre outros. Almoçamos no Burguer King bem melhor que Mcdonalds. O preço acho que é parecido com o Brasil, pagamos 16 pesos.

Andamos pelos centros comerciais cheio de lojas com produtos bem baratos. Depois mais tarde pegamos o metro e fomos ao shopping que não lembro o nome. Fiquei louco de ver tanta coisa barata, roupas de marca e tudo mais. Na volta vou fazer a festa se der.
Mas vi que o atendimento é uma bosta, não sei se por ver que era brasileiro ou se é normal isso. Estou tendo também dificuldade de usar cartão de crédito, em lugar nenhum aceita cartão de estrangeiro, mesmo sendo gold.
Queria comprar roupas para neve e não consegui, agora só em Mar Del Plata. É torcer para os preços lá serem baratos também e ter esse tipo de produto.

Seguimos para o hostel, já em cima da hora, não dava nem tempo de tomar outro banho, tínhamos que voar para o terminal de ônibus. E acabamos não conseguindo viajar na terça, tivemos que ficar na rodoviária mesmo até os próximos ônibus na quarta pela manhã.

Continua ...

terça-feira, 11 de março de 2008

Primeiro dia em Buenos Aires


Bueno, saímos de Foz do Iguaçu às 12h de segunda dia 10/03/2008 e chegamos às 08:30. Como na Argentina é 1 hora adiantado em relação ao Brasil a viagem durou 19:30.

Viagem tranqüila também. A argentina que conheci também ia para Buenos Aires e como o ônibus estava meio vazio na saída, acabamos sentando juntos e fomos nos conhecendo ...

Passamos pela aduana Argentina, dessa vez eu não tive nenhum problema, tudo certo, troquei os reais que tinha e alguns dólares por pesos argentinos.
Outra besteira, não devia ter comprado dólar no Brasil, ou pelo menos ter comprado menos, pois acabei comprando paralelo e paguei caro, na hora de converter perdi muito dinheiro.
Os poucos reais que ainda me restavam foram mais bem valorizados.

Seguimos viagem, paramos para almoçar, onde vi que os preços de comida são bem paralelos aos do Brasil, pelo menos próximo a fronteira.

Mais tarde paramos para jantar em um posto. Que coisa foda, as cidades de beira de estrada Argentinas são parecidas com as bolivianas, sujas e bares bem fodas para se comer. Mas na fome é o que tem, fazer o que. Também a nuvem de insetos como besouros eram só mais um tira gosto antes do prato principal uheuheuheuh.

O resto da viagem durante a madrugada foi tranqüila, tempo bom e ...

Chegamos no terminal de Buenos Aires, fui checar as saídas para Mar Del Plata e logo saímos, fomos procurar a casa de uma tia de Beatriz na periferia de Buenos Aires. Pegamos um ônibus coletivo, 1,40 pesos, bem mais barato que no Brasil. Detalhe, os ônibus são pagos com moedas e não tem cobrador é o próprio motorista que cobra, na verdade uma maquina. Mas o legal é que não tínhamos moedas, mas no ponto de ônibus uma senhora muito gentil completou as nossas moedas.

Continuando. Um detalhe importante é que Beatriz não tinha o endereço certo da casa, só lembrava o bairro e não conseguia contato com ninguém pra pegar o endereço. A ultima vez que ela esteve em Buenos Aires foi a 7 anos. Ai saímos andando procurando a rua, pedindo informação ...

Procuramos por umas 4 horas sem êxito. Quando desistimos e já íamos voltar para o centro, resolvemos almoçar por ali mesmo pois a fome estava apertando. Putz na Argentina quase tudo fecha por 3 horas durante o almoço ai tivemos que comer em uma barraquinha de churrasco, muito comum por aqui, igual as de cachorro quente no Brasil, só que aqui parece que não existe vigilância sanitária, mas como já disse, na fome o melhor e não se preocupar com isso e não olhar preparar uheuheuheuheu.

Comemos um tal de “choripão”, é como um cachorro quente só que de lingüiça ou chouriço como se chama aqui. Até que é bom saiu 5 pesos com um refrigerante. Curiosidade aqui parece que a Pepsi domina Coca mal se vê.

Nessa barraquinha resolvemos perguntar ao dono e o cara acabou decifrando o enigma do endereço e andando mais um pouco conseguimos encontrar.
Era uma casa bem simples, o pessoal mora tudo junto, vários parentes em um só lugar. Mas um pessoal bem hospitaleiro, mal entendia o que falavam pois falavam rápido e enrolado, mas seguimos. Ficamos até o entardecer, tomamos banho e jantamos lá. Depois voltamos para o centro para nos alojar.

Como eu já havia pesquisado, ficamos no Hostel Sol, calle Lima, quase no centro, muito bem localizado, tem metro, ônibus. Essa rua e a primeira paralela a Av. 9 de Julho a principal e mais famosa da Argentina.
Tomamos banho novamente pois o primeiro foi bem precário devido as condições da casa hueuheuhe.
Saímos para jantar e nos divertir, pegamos um mapa, algumas informações na recepção e fomos a um pub, cheio de turistas também.

...

Voltamos ao hostel devia ser quase 2 horas da manhã.

...

Continua ...

segunda-feira, 10 de março de 2008

Saindo para viajar

Bueno ahora és pra valer.

Saí de Uberaba às 16h de domingo 09/03/2008 com destino à Foz do Iguaçu.
Passagem pela Gontijo R$ 152,19, que não vale, pois o ônibus é péssimo. Alias viajar no Brasil é péssimo, caro e os ônibus sem exceção são muito ruins, antigos pra dizer melhor.

Porem, viagem tranqüila apesar das 19:30 de viagem. Cheguei em Foz do Iguaçu às 09:30.

Durante a viagem dormi quase todo o tempo, pois havia ficado a noite toda em uma rave “Carpe Diem” que estava muito boa. Com isso viajei morto de cansado.

Chegando em Foz do Iguaçu eu havia planejado passar o dia, na verdade atravessar para o lado Argentino, Puerto Iguazu e conhecer as cataratas, embarcando para Buenos Aires a noite. Mas como cheguei tarde e na Argentina é um hora adiantado, vi que não ia dar muito tempo. Sendo assim resolvi ir direto para Buenos Aires, que tinha ônibus saindo às 12h.
Ônibus Viação Pluma, R$ 100,00 de Foz do Iguaçu para Buenos Aires. Apesar de ser uma empresa brasileira, o ônibus era melhorzinho.

Bueno, antes de viajar na rodoviária mesmo conheci uma chica argentina de Tucuman, norte da Argentina. Seu nome Beatriz. Ela vive há 13 anos no Brasil por isso, meu espanhol estava melhor que o dela. Bueno pero esto és una historia para despues.

Continua ...

sábado, 8 de março de 2008

Preparando a mochila


Antes de viajar tem que arrumar as malas, no meu caso a mochila, uma apenas.
Em uma viagem como essa de vários dias e sem estadia fixa, é importante arrumar bem a mochila para levar tudo que precisa sem esquecer de nada.
Geralmente tudo que você precisa é muito menos do que você acha que precisa.
Por exemplo, é inútil levar vários calçados, varias trocas de roupas entre outras inutilidades.
Claro que tudo depende do tipo de viagem, tempo, lugar para onde se vai, mas no final é bem simples e vale o bom censo.
É sempre bom ter um check list para conferir se está tudo na mochila, como:

- umas 7 camisetas é o suficiente;
- umas 2 calças, se for calça que vira bermuda melhor ainda;
- umas 2 bermudas;
- cuecas umas 5;
- meia é importante ter mais e trocar sempre que possível para evitar o suor e bolhas (lembre-se sempre de carregar fita microporo para esses casos);
- blusa, depende do lugar, mais grossa, mais fina ...;
- luva;
- gorro;
- boné ou qualquer outro sombreiro;
- toalha pequena e fina para poder secar rápido;
- chinelo;
- 1 bota ou/e tênis;
- celular é interessante, pois dependendo da operadora pode pegar fora do país e mesmo que não, serve para ligar para números de emergência e também utilizar a calculadora e o despertador;
- remédios para dor de cabeça, resfriado e curativos;
- linha de nilon (pode apostar quebra um galho);
- agulha;
- isqueiro;
- canivete multi função;
- lanterna;
- adaptador de tomada T (muito útil, não saia de casa sem ele);
- agenda;
- caneta;
- câmera fotográfica;
- um bom cartão de memória;
- escova de dente;
- pasta de dente;
- papel higiênico (nunca se sabe quando vai precisar);
- xampu, mas coloque o em um frasco menor;
- fio dental;
- sabonete;
- uma mochila pequena para carregar o necessário quando estiver explorando algum lugar e puder deixar a mochila grande no alojamento;
- porta dólar, uma bolsa fina que fica colada ao peito sob a camiseta, utilizada para guardar documentos e dinheiro;
- passaporte;
- carteira internacional de vacinação;
- cartão de crédito;
- e algum dinheiro é claro.

Entre outras coisas que julgar necessário, utilizando o bom censo sempre.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Roteiro Argentina e Chile

Bueno pra começar vou colocar o roteiro que preparei para conhecer Argentina e Chile e se der voltar ao sul da Bolivia que não foi possível conhecer na ultima viagem.

Início, 09/03 domingo as 15:45 horas.

Uberaba, BR
Foz do Iguaçu, BR
Buenos Aires, AR
Mar Del Plata, AR
Puerto Madryn, AR
Peninsula de Valdés, AR
Ushuaia, AR
Puerto Natale, AR
El Calafate, AR
Bariloche, AR
Santiago, CH
Valparaiso, CH
Isla de Pascoa, CH
Viña del Mar, CH
Arica, CH
San Pedro de Atacama, CH
Sucre, BO
Potosi, BO
Salta, AR
Buenos Aires, AR
Foz do Iguaçu, BR
Uberaba, BR

Fim dia 06/04 domingo.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

"Viajando sozinho"

Trocando idéias em algumas listas de mochileiros e em algumas comunidades do orkut, varias pessoas me questionam sobre "viajar sozinho", se rola.

Particularmente acho que é uma das melhores formas de se mochilar. Pois assim você fica mais aberto e disposto a conhecer mais gente pelo caminho. Se vê obrigado a aprender e falar a língua local ou das pessoas que você acaba conhecendo. Fora isso, nunca se está só, nas viagens de ônibus, trem ou qualquer outro meio, sempre vai alguém do seu lado, ai já é um motivo pra trocar idéias, ouvir histórias, ficar sabendo de outros lugares interessantes para visitar e que você não tinha a menor idéia.
Nos hostels (albergues) que geralmente são bastante movimentados e bem agitados, também é um ótimo lugar para conhecer pessoas interessantes e quem sabe até mudar o seu roteiro. Como você está "só", pra onde o vento soprar você pode ir sem problemas.

Quanto a segurança, lógico que se deve estar mais atento, mas hoje em dia mesmo estando acompanhado deve-se ter cuidado. Mas depende muito do lugar onde se está. Por isso, é sempre recomendado saber um pouco sobre as cidades, lugares, costumes.
Cuidados com objetos como câmera, relógio e mesmo sua mochila, além de documentos e dinheiro. O ideal é não ficar expondo muito ou deixar fora de sua visão.

No mais é não ficar muito encanado, pra poder aproveitar cada momento.

Em outros posts, falarei mais sobre o item segurança.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Pra começar

Olá a todos que por algum motivo estão acessando esse blog.

Bem, hoje inicia oficialmente as atividades neste. Depois de mais de um ano de criação, agora vou ver se crio vergonha na cara para fazer postagens diárias.

Este blog foi criado inicialmente com o objetivo de contar as histórias da minha ultima viagem, pela América do Sul, mais precisamente, Bolívia e Peru. Ilustrando com fotos tiradas durante a viagem e colocando dicas sobre lugares, costumes, histórias e fatos sobre os mesmos. Para que outros mochileiros que ainda não fizeram uma viagem dessas, um dia chegue a fazer.

No entanto, utilizando aquela velha desculpa esfarrapada de que por falta de tempo (entenda como preguiça) acabei não levando a idéia a frente.

Mas... agora estou prestes a fazer uma nova viagem pela América do Sul, dessa vez por Argentina e Chile. Novamente saindo sozinho somente com uma mochila nas costas e um roteiro, que até agora, às vésperas da viagem ainda não terminei. Mas, como dizia um velho professor, "no final tudo se resolve, caso contrario ainda não é o final".

Bueno, bienvenidos a todos ustedes acá